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domingo, 8 de setembro de 2019

Travessuras de escola

Acordei e fui pra escola. Né? E até que entrei bonitinho na sala de aula.


Respondi a chamada,



ganhei presente na caderneta... maior caxião...


prestei atenção no quadro negro (que era verde)


e braviamente fui até ele escrever as palavras do "ditado" que a professora ordenou.
Taí a prova, ó, ninguém pode dizer que é montagem. Escrevendo com giz colorido e tudo...


Na hora do recreio, os meninos no pátio da escola brincavam de Montinho.


Mas, como eu era comportadinho e sabia que os bedéis acabavam com essa brincadeira rapidinho, preferi entrar no Ranca.

E sem bola. Os caras arrumaram um frasco de desodorante Van Ess.



É que essa brincadeira também é malquista pelos bedéis. Então, um dos meninos deu a ideia de brincarmos de Pegador de Bóia. Todo mundo fez o tinino e concordou.



O mesmo cara levantou a palma da mão e gritou que quem colocasse o dedo embaixo por último ia ser o pegador.


Aí é assim: o cara era o maior da turma. Levantou lá no altão a mão. Eu o mais baixinho. Cheguei em primeiro, mas ele ficou dificultando pra eu não conseguir encostar o dedo na palma da mão dele. Acho que ele queria que eu fosse o pegador. Então, falei que o recreio já estava acabando e disse que não ia brincar. Os caras foram e me fizeram isto:



Sabe o que é, né? Super indelicado.

Eu simplesmente ignorei, vi que passava por ali a menina que eu tava afim dela, estiquei um barbante e chamei ela pra brincar de Cama de Gato. Ela adorava! Ela parou a mão e começou a tirar das minhas o barbante. 


Aprende aí:


Os caras ficaram revoltados. Toma, tio! Mandei pra eles.


Pena que deu hora de ir embora. E naquela tarde eu ia ter que ir na bica com minha tia pra ajudar ela a levar a roupa que ela ia lavar lá.

Passei correndo em casa, troquei de roupa e peguei pra ela as caixas de sabão em pó.






Ganhei um puxão de orelha enquanto minha tia dizia: "Não aprende mesmo! É sabão de côco em barra."


E aí fomos. Lá chegando, enquanto ela junto com as outras lavadeiras lavavam roupas


E colocavam pra secar


eu e os meninos das outras lavadeiras íamos brincar de um monte de coisa.


Aí, inventamos de escorregar morro abaixo.




E uma das meninas canguetou a gente pra mãe dela. Aí, ó, não teve menino que não teve que enfrentar uma situação aterrorizadora desta:



Linda esta postagem, não? Mostre para seus filhos, netos, bisnetos. A gente era feliz e sabia. O que a gente não sabia é que a felicidade acabaria quando a gente crescesse. Do contrário, não cresceríamos.

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BOM DOMINGO!

Merchandising:


domingo, 1 de setembro de 2019

Café da manhã no meu tempo

Bom dia, tarde, noite!




Acordei e fui para o banheiro arrumar-me pra ir pra escola.

Passei sabonete:



Xampu:

Comerciais clássicos do xampu:


O sucesso da moça no comercial original da Colorama deu origem ao que ficou mais clássico:



Escovei os dentes pra ficar com "o gosto da vitória":

A pasta tava acabando, mas, nada que raspar por fora com uma faca nao resolvesse:






Vesti o uniforme:


Minha mãe me mandou ir à mercearia comprar uma bisnaga de pão de sal. Falou pra eu nao trazer o pão embrulhado em jornal e nem pôr debaixo do sovaco.


Falou pra levar também: um pão de açúcar de meio quilo e uma panhoca, 

um saco de leite:

Pacote de café:



O Toddy para achocolatar o leite frio. Bão demais, né?


Veja que massa o trabalho de informação sobre o Toddy e embalagens de outros produtos feito por esse canal do Youtube:


Preparei meu copo de canudinho:



E era pra comprar também uma lata de manteiga. Esta estava empilhada lá no mercadinho. Fitei bem as marcas e escolhi a Claybom e pus em cima do balcão.



O bolinho de chuva já estava pronto. Na verdade, minha mãe havia feito foi sonho. Coberto com açúcar, canela e tudo mais.


Tinha abacate no pé do quintal, então, subi e apanhei alguns pra cortar no meio, enfiar um punhado de açúcar, pegar minha colher preferida e mandar brasa.


Peguei o pão com salame:

Enchi minha garrafinha com Ki-Suco:

Pus tudo na merendeira:


Peguei todo o material escolar:



Enfiei nas pastas o que era de enfiar:



E fui pra aula, né!

Fica então o registro de uma daquelas manhãs dos meus tempos de menino.

sábado, 31 de agosto de 2019

Brincadeira do carro preferido

Você já brincou da brincadeira mostrada no vídeo? Dê uma espiadinha.


E era relativamente fácil aprender quais eram os carros populares, que todo mundo tinha e que era mais provável aparecer nas pistas das avenidas. Bastava dar uma olhada nos próprios brinquedos.


Não precisava de tanto, bastava um desses e eu já estava satisfeito. Era um pouco sacal o fato de o ferrinho das rodas soltarem toda hora, mas a gente gostava de brincar era com eles. Não adiantava nos seduzir com o fusquinha Bate e Volta da Estrela. Ou melhor, se prometesse ia ter que cumprir. 

Os carrinhos de plástico tinham o adicional de poderem ser encontrados até nas mercearias. As lojas específicas de brinquedos não estavam em voga ainda. E as poucas que haviam ficavam bem distantes das periferias. É por isso que até hoje a gente vê brinquedos sendo vendidos em papelarias e outros comércios menos esperados.


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