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quinta-feira, 8 de julho de 2021

Viver bem é muito fácil: Como vibrar amor

Como já mencionado em postagens anteriores, os cientistas da moderna física quântica descobriram que a realidade material é feita de vibrações que se expressam em variadas frequências a partir de um manancial energético único.


Existe uma única fonte de energia, que de acordo com a frequência vibratória se diversifica, causando o caos universal e formando coisas, eventos e as sensações que os seres senscientes experimentam.


Os hermetistas, seguidores do hermetismo, de Hermes Trismegisto, observaram sete constantes no Universo, que chamaram de “As sete leis herméticas”. Ou seja: em qualquer parte do universo que se vá, se deparará com essas sete leis.

E uma delas é a Lei da Polaridade, que prega que tudo tem um pólo, um oposto. Os seres com consciência como a do homem podem confirmar essa lei bastando observar o seu redor. Os demais só podem se submeter a ela, pois, é necessário a capacidade de realizar julgamentos para detectar as polaridades. E até onde se sabe, as mentes primitivas ou irracionais não julgam, tomam decisões por instinto.

É indiferente para elas se uma área com determinada coloração possui temperatura nociva ao corpo no qual está contida a mente e por isso se deve evitar penetrar nela. Essa decisão é tomada instintivamente quando a aproximação da região torna cada vez mais nítida a incapacidade de se suportar a temperatura nela, levando ao recuo do corpo ou ao desviar-se da área. No caso do homem, se ele insistir em penetrar na região ele usará de artifícios para isso.


A energia essencial é única. E é ela que é polarizada, graças à frequência vibratória. Se imaginarmos essa energia como uma linha reta, em uma extremidade estará o ponto de mais baixa vibração e do outro o de mais alta. O efeito disso sobre a matéria é que foi classificado como polar.

No homem, as vibrações existentes de um ponto central à extremidade negativa, ou seja: o pólo de mais baixa vibração, causam sensações de mal-estar. E o inverso provoca o bem-estar.

O mal-estar pode ser traduzido como sentimento de fraqueza, de doença, de baixa autoestima, de incapacidade de realização, de ódio. E indo na contramão de direção teremos a motivação, a saúde, a alta autoestima, a eficiência em moldar a realidade. Até chegar ao amor. 

Foto Kirlian de aura vibrando amor

O amor seria a vibração perfeita. Se procurarmos o objetivo de vibrar nessa faixa vibratória, não precisamos preocupar com nenhum outro acontecimento de nosso interesse que queiramos facultar, pois, o resto vem junto.

E sabemos que estamos indo nessa direção quando sentimos cada vez mais bem-estar. Quando o bem-estar é incontinente e ainda estamos conscientes do mundo ao redor, estamos amando. Acima disso nos tornamos inconscientes. Entramos no estado meditativo ou atingimos certo grau de contato com o espiritual.

Célula de osso vibrando.

O que vibra no corpo humano são as células que o compõe. Já se estipulou que vibrando na frequência de 62-72 Hz (Hertz) se está em perfeita saúde. E em 528Hz se está amando.


E também se estipulou que comportamentos de renúncias e de adesões, hábitos alimentares e de hidratação, recreativa ou não, costumes, envolvimento com objetos, lugares e pessoas, exposições à eventos, recreativos ou não, prática de esportes e meditação, sentimento de perdão e de gratidão, são o que nos conduzem a um ou outro pólo.

No geral, todas essas coisas são o que fazemos diariamente, a todo instante. Só temos que nos observar as fazendo e o que acontece durante essa observação: se sentimos bem ou mal-estar.

Sabendo que o sentimento de mal-estar nos conduz à doença, ao fracasso em diversos aspectos e à falta de perspectiva na vida, sem mencionar a morte, devemos procurar nos livrar dessa sensação e nos colocar na trilha oposta. E se faz isso com o pensamento, com uso de várias técnicas de mudança de atitude.


Se imagine como o sujeito responsável por manter a brasa de uma churrasqueira acesa em um churrasco. Uma vez acendido, o carvão tende a conservar a temperatura no ponto máximo a que chegou. Entretanto, as condições ambientais, sobretudo do clima, irá afetar a resistência do carvão, bem como a degradação do comburente.

O primeiro caso, o churrasqueiro resolve lançando à mão algo que o possibilita prover a condição climática ou de ventilação para que o carvão reacenda ou retorne à temperatura perdida. O segundo, ele coloca na churrasqueira mais carvão para ser queimado.

Da mesma forma podemos agir quando estamos tomados de mal-estar. Notamos o que estamos fazendo no momento e procuramos substituir pela ação contrária ou por uma ação que sabemos que nos eleva o moral.

Exemplo: Automaticamente entramos em baixa vibração, independente de acharmos que gostamos do que fazemos, quando se está a julgar ou a analisar alguém ou alguma situação; a discutir uma notícia ruim ou que se discorda dela, dada em um telejornal; a efetuar reclamações; a se entregar à melancolia ou ao sentimento de piedade, à carência ou obsessão afetiva ou à insegurança.

Detectando estar acometido de mal-estar estando a vivenciar um desses eventos, é hora de usar a mágica da transmutação para neutralizar seus efeitos – neutralizar é se por no centro da linha da energia essencial, ou seja: em equilíbrio – ou reverter o pólo, indo em direção ao bem-estar.

Só existe uma única energia. E é ela que dá origem à vibração do amor e a do ódio. Podemos optar por nos valer apenas dos benefícios dados pelas vibrações que nos levam ao amor.

O amor constrói e também destrói. Exemplo: Você trabalha em um ambiente onde para se obter melhor resultado de produção e ampliar a remuneração, os trabalhadores, por exploração dos gestores, se entregam à corrupção. Os clientes da empresa são os únicos lesados financeiramente, mas, se acaba trabalhando mais como efeito dos atos de corrupção, comprometendo com isso o estado de saúde.


Nesse exemplo, nem se levou em consideração se o operário preocupa ou não com o fato de estar sendo desonesto em favor de si próprio, legando prejuízo aos clientes que ele atende. Se essa preocupação brotar nele, as consequências energéticas negativas são lhe ampliadas.

Ambientes assim possuem péssima egrégora. São caracterizados por serem lugares onde se concentram baixíssimas vibrações. Para se opor à essa moralidade e alterá-la, é preciso se valer de técnicas que influenciam o aumento da vibração local. Assim se estará influenciando todos a darem de mão da forma corrupta que atuam no trabalho. E isso destruirá o sistema implantado. Seria uma destruição benéfica.

Isso pode ser exemplificado também com a prática de aumento de vibração para destruir células cancerígenas dentro do organismo e respectiva cura celular do mesmo.

Para tanto, é necessário em primeira instância desenvolver em si próprio o amor. Ninguém pode doar o que não possui. Portanto, tudo o que se deve fazer para moldar um ambiente em seu favor é praticar em si mesmo o aumento de vibração. Em outras palavras: "sendo a mudança que se quer ver no mundo", como disse Mahatma Ghandi.

Em seu livro “Vibe”, a autora Robyn Openshaw lista os principais fundamentos que se deve conhecer, assimilar e procurar praticar para gozar experiências de vida favoráveis. São eles:
  1. Tudo no Universo é energia
  2. Você tem um quociente vibracional
  3. Semelhante atrai semelhante
  4. Uma substância com uma frequência mais alta pode causar aumento na vibração de uma substância de baixa frequência
  5. Existe um oposto à lei da entropia, que reza que o Universo originou de maneira organizada e ruma à desordem. A capacidade de arbitrariamente poder aumentar sua vibração, faz com que a consciência humana interfira nessa lei.
Siga esses ensinamentos e junte-se ao rol de pessoas que buscam transformar este mundo no melhor mundo possível.

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Fontes não citadas das imagens:
Google
Arte do autor

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Viver bem é muito fácil: Viva no presente

Para acessar a postagem em vídeo:

Se você já assistiu os seriados norte-americano de TV dos anos 1960 “A feiticeira” e “Jeanie é um gênio” você já deve ter se deparado com a seguinte situação: 


Uma mulher com poderes sobrenaturais disposta a dar tudo o que seu amo quiser, coisas ou circunstâncias lhe favorecedora, e um homem aparentemente de moral altamente incorruptível, que acredita que para se vencer na vida conseguindo pertences e benevolências é necessário ir à luta, trabalhar bastante para conquistar seus propósitos.


Eu acredito que qualquer um, inclusive os astros e produtores dos dois programas televisivos, não abriria mão de contar com a facilidade para se adquirir coisas ou situações favoráveis, que propõem os dois referidos sitcom. Ninguém dispensaria a ajuda de gênios para conseguir tudo o que quer se encontrasse algum.


Nos Estados Unidos daqueles idos, a população passava por doutrinação de comportamento e recebia cargas de mensagens através de diversas mídias, sobretudo da televisão, com a finalidade de ser adestrada com o molde que os gestores da sociedade consideravam ser o ideal para o convívio entre os membros dela e para o respectivo funcionamento do Sistema. Se todos procurassem ser honestos e batalhar pelo que quer, tanto as pessoas quanto o modelo socioeconômico pensado prosperariam.


Como a aceitação dessa justificativa exigia bastante condescendência, que superava os limites da ingenuidade, surgiram pessoas propagando teorias que acusavam os gestores de comportamento dos indivíduos de se beneficiarem da fragilidade e obediência do cidadão para ficarem livres para se manterem no poder, uma vez que seus negócios jamais correriam riscos de serem afetados se de repente alguém que enriqueceu de maneira fácil resolvesse competir com eles.


Outras teorias diziam que esses gestores frequentavam fraternidades esotéricas que teriam conhecimentos avançados sobre o poder da mente humana e restringiriam a eles tal conhecimento. 


E através dos mecanismos de engenharia social que dispunham, impediam os não-fraternos de o alcançarem. Tentariam com esse procedimento inibir os outros de desenvolverem a mente para lhes trazer tudo o que bem quisessem e deixarem de ter que se submeter às regras do Sistema.


Gênios de lâmpadas têm origem na mitologia árabe. Conforme o site http://petitandy.com/:

De acordo com as crenças pré-islâmicas os Gênios foram criados de ar e fogo, 2.000 anos antes de Adão. Vistos como eternos e imortais, eles eram criaturas extremamente fortes e astuciosas que possuíam grande destaque no paraíso (logo abaixo dos anjos). Os Gênios teriam sido incentivados por seu líder a recusarem fazer reverências à mais nova criação divina: o homem. Como punição, todos os gênios foram expulsos do paraíso.

Embora vivam em um mundo paralelo, eles podem ir e voltar a Terra livremente. Poderiam se tornar invisíveis quando desejassem e utilizariam para sua diversão esta habilidade.

Comumente responsabilizados por doenças e acidentes, eles punem humanos por ações que não julguem corretas. Também se dizia que eles ajudam quando a humanidade precisa de ajuda, mas, provavelmente apenas quando isso for conveniente aos seus interesses.


O próprio Maomé revelou que ao escutar as revelações do anjo Gabriel sobre os ensinamentos de Deus (que posteriormente seriam reunidos no Alcorão), inicialmente teve receio de ser algum Gênio brincando com ele. Após a revelação do Alcorão, a visão que se tem dos Gênios foi alterada.


Deus informou a Maomé que alguns Gênios são bons e outros são maus, pois possuem o mesmo livre arbítrio que os humanos. Assim como nós, se seguirem o Islam poderão se salvar.

É muito comum se ouvir a frase “fulano tem o gênio ruim”. Com a palavra “gênio” na frase querem se referir ao temperamento da pessoa. Essa frase vai ao encontro do que revelaria o Alcorão, conforme o texto do Petitandy. A qualidade moral do gênio, então, definiria a índole de seus prodígios.

Em estado normal de consciência, todos temos o mesmo temperamento. É quando alteramos esse estado que nos classificam como bons (passivos) ou ruins (explosivos). Os desejos que se passam na mente de uma pessoa em estado passivo são os melhores possíveis. A recíproca não seria verdadeira para o estado explosivo. Embora uma pessoa treinada possa usar a energia da ira – do estado explosivo – para injetar no ambiente bons pensamentos. Empodera-se com isso o pensamento de generosidade.

Uma pessoa geniosa consegue tudo o que deseja. A fórmula é a atenção plena – durante o estado genioso dela, ela não dá espaço para pintar dúvida se pode mesmo conseguir o que quer, pois, está totalmente focada no tempo presente – e o magnetismo animal – poder de influenciar pessoas ou o meio.



Não é querer um automóvel, piscar os olhos com os braços cruzados e eis que o carro aparece. E sim o resultado de uma logística aplicada com disciplina.


Exemplo: Um mentalista deseja sair de uma revendedora dirigindo um dos automóveis que viu na vitrine. Ele não possui no momento meios de comprá-lo. Nem mesmo a prazo. Mas, resolve arriscar. Recebe ele a abordagem do vendedor e com muita cortesia o influencia a aceitar que informações importantes para o crédito sejam ignoradas, enganos durante a verificação de documentos aconteçam, processos de liberação do produto sejam acelerados, de modo a tapar inconsistências para liberação. 


A força que providencia tudo isso é a mental. E é disparada via magnetismo animal.

Suponhamos que o combinado tenha sido a emissão de um cheque pré-datado no valor da entrada a ser descontado em 10 dias. E o restante a ser pago em 30 prestações através de carnê de mensalidades a ser enviado para o endereço do sacado. A devolução do produto será automática se o cheque não for coberto no prazo estipulado.

Para aqueles que gostariam que as transações comerciais existam com bastante frequência e agilidade na sociedade, a primeira parte, o consumo, se deu dentro dos conformes. Resta saber quanto à adimplência.

Supondo que o comprador do exemplo seja idôneo, mas, não tem previsão clara para obter o valor da entrada dentro do prazo, se esperaria que ele usasse seu poder de persuasão para criar a realidade que possibilita ganhá-lo ou emprestá-lo. 

Se ele não tiver o interesse de ficar com o carro, se ele apenas queria realizar um desejo momentâneo de sair de uma concessionária de automóveis dirigindo um carro, ele aguardaria o processo de devolução, arcaria ou não com as despesas incidentes, dependendo de sua índole, e a ação planejada na mente teria sido concretizada. 

Caso ele não seja um ente idôneo, todas as possibilidades para que ele possa permanecer com o carro, sendo ou não incomodado, estariam lançadas no éter. Idem as consequências daquelas em que se sofreria pena.

A mente humana é uma espécie de lugar onde reina a anarquia. O governo dela é individual e todos os eventos que acontecem nela são restritos a quem a administra. Portanto, a mente é um lugar realmente livre. Totalmente sintonizada com a essência do Universo, que não limita eventos com as diretrizes humanas. Entretanto, alimentamos muitas vezes a vontade de transportar para a realidade material esses eventos. Daí, eles não podem acontecer exatamente como são traçados na localidade original.

Se a ação planejada é sair de um estabelecimento dirigindo um carro, somente essa ação é que é levada em consideração para que o protótipo mental dela seja clonado na realidade material. Influenciar o vendedor a não checar documentos é outra ação. E se viabilizará separadamente. Para a mente: sem ter relação com a de sair de uma loja dirigindo um carro.

Outra particularidade da criação mental é a ausência de consequências. Sair da loja dirigindo um carro é o todo. Só lhe existe o agora, nunca o depois. Assim como também não existiu o passado da ação. Para arcar com as consequências que inevitavelmente ocorrerão no plano terreno, novas ações terão que ser inventadas na mente pelo pensador. No exemplo, uma delas é a de obter dinheiro para arcar com a entrada e as prestações. E o que advier, ocorrerá também no presente de então.

IMAGENS: Google

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sexta-feira, 2 de julho de 2021

Viver bem é muito fácil: Conheça sua mente

IMAGEM: Google.

Para ver a postagem no Youtube:

A mente humana é uma ferramenta para o humano usar. Muitos de nós tem aquela impressão de que a mente possui autonomia e que está fora do corpo físico. Ainda mais que muitos dos pensamentos que ela produz não gostaríamos de tê-los. Uns pensam que não somos donos da mente que temos. É ela então quem os usam. Outros sabem que somos donos dela sim. Porém, a mente não é o que somos. O eu verdadeiro está fora dela e também do corpo físico, controlando os dois.

A verdade é que todos esses pensamentos indesejáveis somos nós mesmos que influenciamos a mente a constituí-los. Durante anos e anos somos influenciados, pelas experiências que temos, a dar forma a esses pensamentos e, natural e incondicionalmente, os armazenamos.



Como fazemos com os arquivos de computador que criamos e mesmo sem utilidade póstuma não apagamos. Para algum lugar na memória da máquina eles têm que ir. E quando situações que condicionam o aparecimento deles acontecem, eis que voltamos a ter contato com eles.

A mesma coisa são com os pensamentos. Por exemplo, assistimos a filmes de terror, ficamos impressionados com alguma cena, nos assustamos, repudiamos a cena para o caso de termos que vivê-la na realidade, mas, nada fazemos para apagar as impressões. Elas acabam guardadas em nossa memória. E quando nos deparamos real ou virtualmente com situações similares à cena repudiada, eis que vem à superfície da mente a sugestão de experiência que tanto gostaríamos que não surgisse. E se nada fizermos para que ela não se materialize, se não evitarmos que nos emocione fortemente aquele pensamento, dizendo coisas como “cancela” ou “nada errado, tudo certo”, ou desenhando mentalmente um escudo, nas palavras dos religiosos: “traremos a desgraça para casa” ou “daremos corda para o demônio”.



O tempo todo estamos pensando em alguma coisa. A mente é a canalizadora, decodificadora e geradora de imagens desses pensamentos. A interação que inevitavelmente temos que fazer com o meio é responsável pela maior parte do que pensamos. A necessidade de tomada de decisão é o principal motivo.

O ambiente físico é todo feito de vibrações. O tempo todo estamos vibrando. E também as outras coisas, pessoas e demais seres vivos vibram incessantemente. A comunicação universal é a vibração. Quer queira, quer não, quer saibamos ou não, a mente constantemente recebe essas vibrações e as traduz. E forma os pensamentos que temos, que tem vez que não vemos qualquer sentido em estar pensando em certa ação.

Isso só ocorre quando não estamos atentos ao presente, ao ínfimo momento atual. Essa coisa que chamam de atenção plena. Porque quando estamos inteiramente atentos, focados em tudo ao redor e sem efetuar medições ou julgamentos, a mente não forma imagem. Ela não precisa formar imagem ou decodificar a vibração que está captando para que possamos compreender o que a está influenciando. 


A mente é como se fosse o monitor de vídeo do computador que um ente superior controla. As imagens que ela forma. Em vez de impulsos elétricos ligando diodos no interior de uma placa de circuito integrado, as vibrações que ela capta do meio exterior é que dão origem a impulsos elétricos que combinam dendritos e formam sinapses cerebrais. Quanto mais raciocínio, mais compreensão, mais sinapses, mais nítida a imagem que a mente forma, maior a capacidade de conversão da imagem em matéria.

Para isso, temos que estar treinados a não produzir julgamentos. Ou seja: se pôr totalmente em controle remoto. Deixar que o inconsciente nos conduza pelas estradas, sem se preocupar com diferença de tonalidade de cores, se está por vir um aclive ou um declive, se passou por nós um homem alto, que talvez pudesse ser alguém conhecido, ou uma mulher de baixa estatura, que teria sido grossa.

A gente tem momentos assim quando estamos indo para algum lugar que conhecemos o caminho de cor e salteado e estamos absortos em pensamentos ou apressados. Quando dá hora de virar à direita a gente vira; se o semáforo nos acende a luz vermelha paramos; voltamos a andar quando se torna verde pra gente.

Muitos de nós nesta situação faz uso da outra faculdade da mente: produzir pensamentos que nascem do íntimo. Muitos desses são algumas vezes chamados de inspirações. Neste caso, a influência pode estar vindo do éter, de uma região mais próxima do sobrenatural, que toca o espiritual. E muitos desses pensares são recordações. Às vezes, recordações são desencadeadas pelo contato no meio físico com algo que as recobram. Mas o que imaginamos estimulados por inspirações pode também se transformar, efemeramente, em recordação, se pertinente.

Nunca tive sorte de encontrar texto científico sobre a mente humana que me empolgasse o raciocínio para eu dar meu aval de quem entendeu claramente o proposto. O que já ouvi falar ou já li é de ser o meio-ambiente, incluindo a comunicação com os outros, o causador das imagens mentais, além dos processos cognitivos, que se referem aos momentos em que na mente vão parar análises e formulações tanto de pensamentos, quanto de palavras. Tornando a mente bem a cara de ser uma ferramenta que usamos para interagir com o mundo material.

Que tudo que viemos a experimentar materialmente passa primeiro pela mente é hipótese defendida pelos cientistas da mecânica quântica. Os da ciência convencional – particularmente o pessoal de psicologia – aceitam que tudo que o homem constrói ou já construiu passa ou se passou pela mente dele antes de vir ao mundo.

E aqueles, os quânticos, também defendem que a realidade que experimentamos é fruto da observação que fazemos. Que tudo existe em todos os estados possíveis e que é a observação que as mentes fazem que decide, no momento de observar, a probabilidade selecionada ou aquilo que se suceder. Surgindo, então, um vórtex veloz e etéreo, que causaria o que chamam de colapso quântico. E a coisa sai do mundo imaginário para ganhar luz no tridimensional geográfico. Esse pessoal menciona também o emaranhado quântico, que descreve a crença de que a mente não passaria de uma força e que todas as mentes estão ligadas, inclusive a universal, que seria a que move tudo, inclusive os astros no céu. O caos no universo seria o resultado da atividade incessante das mentes emaranhadas.

Foi lendo o ótimo livro “A cabala mística” da Dion Fortune que entrei em contato com uma intrigante teoria sobre a evolução dos seres vivos que conservam os ocultistas. Conforme o livro, o homem primitivo teve que aprender que o que ele imaginava e o que experimentava realmente eram eventos separados. Sua mente era vazia, sobretudo de pensamentos inatos, que praticamente não tinha. Carregava pra ela somente imagens formadas pela sua interação com o meio. Se ele tivesse algo como uma alucinação, ele não diferenciava do que via realmente. Ver o horizonte a céu aberto era o que seria a consciência habitual; com a cabeça afundada na água era para ele um outro estado de percepção.

As surpresas com que se deparava, como tentar apanhar no ar um vulto ou um raio de luz, os efeitos de pareidolia nas paredes das cavernas, foram aos poucos virando aprendizado e sendo catalogado instintamente. A voz interior foi sendo diferenciada dos ruídos externos. E até as imagens que viam nos espelhos d'água, ou seja o reflexo de si e de outras coisas, bem como as sombras de si próprio e dos objetos, tiveram que ser classificados para que pudessem interagir sem choque com o mundo.

Para os ocultistas, os sonhos foram responsáveis por trazer muitas respostas para perguntas e soluções para problemas que os primitivos buscavam durante o estado pleno de vigília. E parece que ainda é assim para o homem. E para os animais que demonstram também sonhar – e até a ter pesadelos –, como os cães.

Dizem os neurolinguistas que a mente atrai as experiências que vivemos. Se é verdade que a mente canaliza as vibrações vizinhas, oriundas de pessoas, objetos e eventos, latentes ou não, decodificando e formando imagens mentais para se comunicar com o pensante e dizer -lhe o que ela está canalizando, não há a menor dúvida de que seja assim mesmo. Mesmo porque, se observamos cada instante que deixamos para trás o que aconteceu foi isso. E achamos que os pensamentos que tivemos ocorreram por se relacionar com o acontecimento ocasionado. Mas, no fundo é como se uma pessoa sentisse fome e materializasse uma pizza de queijo e calabresa por serem os ingredientes disponíveis ao redor para ele cozinhar.

Antes eu vivia um paradoxo tendo essa crença de que a mente atrai o que pensa: “estou atraindo ou pressentindo o que materializo”. Hoje sei que não existe premonição. Ninguém pressente qualquer coisa. Ninguém prevê o futuro, exceto aquilo que é calculável, como a rota de um meteoro por exemplo; se vai chover ou se vai dar sol. Mesmo essas coisas são probabilidades.

A mente pode ser sugerida. Pode desenvolver sinapses cerebrais compatíveis com determinados pensamentos. Sugestões que podem sair de terceiros, como é o mais normal. Mas também nós mesmos podemos dar sugestões para a própria mente. Logo, se ela tem a capacidade de formar as experiências que os seres mentais gozam, saber como sugestionar a mente é o segredo da bonança, da vida repleta de boas experiências. E por que não dizer: o segredo da prosperidade?

Para ter boas ideias, então, é só ir para onde se possa encontrar o mais possível de elementos agradáveis para a mente usar após canalizações dela própria ou sugestões que dermos. Lugar onde se está emitindo boas vibrações. Magnatas perambulando, carrões passando, o som de música bem agradável, cheiro de boa comida, um vento aliviante tocando o rosto. Sem dar chance para a mente se impressionar ou canalizar o que não traz benefício.

Emoções irão pintar e gerarão pensamentos positivos, que darão forma a sentimentos que farão o instante observado valer a atitude. E, ainda, se for um insight o que se foi buscar, a chance de sair do local com uma fórmula na cabeça ou uma coisa já materializada na mão será grande.

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