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segunda-feira, 5 de julho de 2021

Viver bem é muito fácil: Viva no presente

Para acessar a postagem em vídeo:

Se você já assistiu os seriados norte-americano de TV dos anos 1960 “A feiticeira” e “Jeanie é um gênio” você já deve ter se deparado com a seguinte situação: 


Uma mulher com poderes sobrenaturais disposta a dar tudo o que seu amo quiser, coisas ou circunstâncias lhe favorecedora, e um homem aparentemente de moral altamente incorruptível, que acredita que para se vencer na vida conseguindo pertences e benevolências é necessário ir à luta, trabalhar bastante para conquistar seus propósitos.


Eu acredito que qualquer um, inclusive os astros e produtores dos dois programas televisivos, não abriria mão de contar com a facilidade para se adquirir coisas ou situações favoráveis, que propõem os dois referidos sitcom. Ninguém dispensaria a ajuda de gênios para conseguir tudo o que quer se encontrasse algum.


Nos Estados Unidos daqueles idos, a população passava por doutrinação de comportamento e recebia cargas de mensagens através de diversas mídias, sobretudo da televisão, com a finalidade de ser adestrada com o molde que os gestores da sociedade consideravam ser o ideal para o convívio entre os membros dela e para o respectivo funcionamento do Sistema. Se todos procurassem ser honestos e batalhar pelo que quer, tanto as pessoas quanto o modelo socioeconômico pensado prosperariam.


Como a aceitação dessa justificativa exigia bastante condescendência, que superava os limites da ingenuidade, surgiram pessoas propagando teorias que acusavam os gestores de comportamento dos indivíduos de se beneficiarem da fragilidade e obediência do cidadão para ficarem livres para se manterem no poder, uma vez que seus negócios jamais correriam riscos de serem afetados se de repente alguém que enriqueceu de maneira fácil resolvesse competir com eles.


Outras teorias diziam que esses gestores frequentavam fraternidades esotéricas que teriam conhecimentos avançados sobre o poder da mente humana e restringiriam a eles tal conhecimento. 


E através dos mecanismos de engenharia social que dispunham, impediam os não-fraternos de o alcançarem. Tentariam com esse procedimento inibir os outros de desenvolverem a mente para lhes trazer tudo o que bem quisessem e deixarem de ter que se submeter às regras do Sistema.


Gênios de lâmpadas têm origem na mitologia árabe. Conforme o site http://petitandy.com/:

“De acordo com as crenças pré-islâmicas os Gênios foram criados de ar e fogo, 2.000 anos antes de Adão. Vistos como eternos e imortais, eles eram criaturas extremamente fortes e astuciosas que possuíam grande destaque no paraíso (logo abaixo dos anjos). Os Gênios teriam sido incentivados por seu líder a recusarem fazer reverências à mais nova criação divina: o homem. Como punição, todos os gênios foram expulsos do paraíso.

Embora vivam em um mundo paralelo, eles podem ir e voltar a Terra livremente. Poderiam se tornar invisíveis quando desejassem e utilizariam para sua diversão esta habilidade.

Comumente responsabilizados por doenças e acidentes, eles punem humanos por ações que não julguem corretas. Também se dizia que eles ajudam quando a humanidade precisa de ajuda, mas, provavelmente apenas quando isso for conveniente aos seus interesses.


O próprio Maomé revelou que ao escutar as revelações do anjo Gabriel sobre os ensinamentos de Deus (que posteriormente seriam reunidos no Alcorão), inicialmente teve receio de ser algum Gênio brincando com ele. Após a revelação do Alcorão, a visão que se tem dos Gênios foi alterada.


Deus informou a Maomé que alguns Gênios são bons e outros são maus, pois possuem o mesmo livre arbítrio que os humanos. Assim como nós, se seguirem o Islam poderão se salvar.”

É muito comum se ouvir a frase “fulano tem o gênio ruim”. Com a palavra “gênio” na frase querem se referir ao temperamento da pessoa. Essa frase vai ao encontro do que revelaria o Alcorão, conforme o texto do Petitandy. A qualidade moral do gênio, então, definiria a índole de seus prodígios.

Em estado normal de consciência, todos temos o mesmo temperamento. É quando alteramos esse estado que nos classificam como bons (passivos) ou ruins (explosivos). Os desejos que se passam na mente de uma pessoa em estado passivo são os melhores possíveis. A recíproca não seria verdadeira para o estado explosivo. Embora uma pessoa treinada possa usar a energia da ira – do estado explosivo – para injetar no ambiente bons pensamentos. Empodera-se com isso o pensamento de generosidade.

Uma pessoa geniosa consegue tudo o que deseja. A fórmula é a atenção plena – durante o estado genioso dela, ela não dá espaço para pintar dúvida se pode mesmo conseguir o que quer, pois, está totalmente focada no tempo presente – e o magnetismo animal – poder de influenciar pessoas ou o meio.



Não é querer um automóvel, piscar os olhos com os braços cruzados e eis que o carro aparece. E sim o resultado de uma logística aplicada com disciplina.


Exemplo: Um mentalista deseja sair de uma revendedora dirigindo um dos automóveis que viu na vitrine. Ele não possui no momento meios de comprá-lo. Nem mesmo a prazo. Mas, resolve arriscar. Recebe ele a abordagem do vendedor e com muita cortesia o influencia a aceitar que informações importantes para o crédito sejam ignoradas, enganos durante a verificação de documentos aconteçam, processos de liberação do produto sejam acelerados, de modo a tapar inconsistências para liberação. 


A força que providencia tudo isso é a mental. E é disparada via magnetismo animal.

Suponhamos que o combinado tenha sido a emissão de um cheque pré-datado no valor da entrada a ser descontado em 10 dias. E o restante a ser pago em 30 prestações através de carnê de mensalidades a ser enviado para o endereço do sacado. A devolução do produto será automática se o cheque não for coberto no prazo estipulado.

Para aqueles que gostariam que as transações comerciais existam com bastante frequência e agilidade na sociedade, a primeira parte, o consumo, se deu dentro dos conformes. Resta saber quanto à adimplência.

Supondo que o comprador do exemplo seja idôneo, mas, não tem previsão clara para obter o valor da entrada dentro do prazo, se esperaria que ele usasse seu poder de persuasão para criar a realidade que possibilita ganhá-lo ou emprestá-lo. 

Se ele não tiver o interesse de ficar com o carro, se ele apenas queria realizar um desejo momentâneo de sair de uma concessionária de automóveis dirigindo um carro, ele aguardaria o processo de devolução, arcaria ou não com as despesas incidentes, dependendo de sua índole, e a ação planejada na mente teria sido concretizada. 

Caso ele não seja um ente idôneo, todas as possibilidades para que ele possa permanecer com o carro, sendo ou não incomodado, estariam lançadas no éter. Idem as consequências daquelas em que se sofreria pena.

A mente humana é uma espécie de lugar onde reina a anarquia. O governo dela é individual e todos os eventos que acontecem nela são restritos a quem a administra. Portanto, a mente é um lugar realmente livre. Totalmente sintonizada com a essência do Universo, que não limita eventos com as diretrizes humanas. Entretanto, alimentamos muitas vezes a vontade de transportar para a realidade material esses eventos. Daí, eles não podem acontecer exatamente como são traçados na localidade original.

Se a ação planejada é sair de um estabelecimento dirigindo um carro, somente essa ação é que é levada em consideração para que o protótipo mental dela seja clonado na realidade material. Influenciar o vendedor a não checar documentos é outra ação. E se viabilizará separadamente. Para a mente: sem ter relação com a de sair de uma loja dirigindo um carro.

Outra particularidade da criação mental é a ausência de consequências. Sair da loja dirigindo um carro é o todo. Só lhe existe o agora, nunca o depois. Assim como também não existiu o passado da ação. Para arcar com as consequências que inevitavelmente ocorrerão no plano terreno, novas ações terão que ser inventadas na mente pelo pensador. No exemplo, uma delas é a de obter dinheiro para arcar com a entrada e as prestações. E o que advier, ocorrerá também no presente de então.

IMAGENS: Google

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sexta-feira, 2 de julho de 2021

Viver bem é muito fácil: Conheça sua mente

IMAGEM: Google.

Para ver a postagem no Youtube:

A mente humana é uma ferramenta para o humano usar. Muitos de nós tem aquela impressão de que a mente possui autonomia e que está fora do corpo físico. Ainda mais que muitos dos pensamentos que ela produz não gostaríamos de tê-los. Uns pensam que não somos donos da mente que temos. É ela então quem os usam. Outros sabem que somos donos dela sim. Porém, a mente não é o que somos. O eu verdadeiro está fora dela e também do corpo físico, controlando os dois.

A verdade é que todos esses pensamentos indesejáveis somos nós mesmos que influenciamos a mente a constituí-los. Durante anos e anos somos influenciados, pelas experiências que temos, a dar forma a esses pensamentos e, natural e incondicionalmente, os armazenamos.



Como fazemos com os arquivos de computador que criamos e mesmo sem utilidade póstuma não apagamos. Para algum lugar na memória da máquina eles têm que ir. E quando situações que condicionam o aparecimento deles acontecem, eis que voltamos a ter contato com eles.

A mesma coisa são com os pensamentos. Por exemplo, assistimos a filmes de terror, ficamos impressionados com alguma cena, nos assustamos, repudiamos a cena para o caso de termos que vivê-la na realidade, mas, nada fazemos para apagar as impressões. Elas acabam guardadas em nossa memória. E quando nos deparamos real ou virtualmente com situações similares à cena repudiada, eis que vem à superfície da mente a sugestão de experiência que tanto gostaríamos que não surgisse. E se nada fizermos para que ela não se materialize, se não evitarmos que nos emocione fortemente aquele pensamento, dizendo coisas como “cancela” ou “nada errado, tudo certo”, ou desenhando mentalmente um escudo, nas palavras dos religiosos: “traremos a desgraça para casa” ou “daremos corda para o demônio”.



O tempo todo estamos pensando em alguma coisa. A mente é a canalizadora, decodificadora e geradora de imagens desses pensamentos. A interação que inevitavelmente temos que fazer com o meio é responsável pela maior parte do que pensamos. A necessidade de tomada de decisão é o principal motivo.

O ambiente físico é todo feito de vibrações. O tempo todo estamos vibrando. E também as outras coisas, pessoas e demais seres vivos vibram incessantemente. A comunicação universal é a vibração. Quer queira, quer não, quer saibamos ou não, a mente constantemente recebe essas vibrações e as traduz. E forma os pensamentos que temos, que tem vez que não vemos qualquer sentido em estar pensando em certa ação.

Isso só ocorre quando não estamos atentos ao presente, ao ínfimo momento atual. Essa coisa que chamam de atenção plena. Porque quando estamos inteiramente atentos, focados em tudo ao redor e sem efetuar medições ou julgamentos, a mente não forma imagem. Ela não precisa formar imagem ou decodificar a vibração que está captando para que possamos compreender o que a está influenciando. 


A mente é como se fosse o monitor de vídeo do computador que um ente superior controla. As imagens que ela forma. Em vez de impulsos elétricos ligando diodos no interior de uma placa de circuito integrado, as vibrações que ela capta do meio exterior é que dão origem a impulsos elétricos que combinam dendritos e formam sinapses cerebrais. Quanto mais raciocínio, mais compreensão, mais sinapses, mais nítida a imagem que a mente forma, maior a capacidade de conversão da imagem em matéria.

Para isso, temos que estar treinados a não produzir julgamentos. Ou seja: se pôr totalmente em controle remoto. Deixar que o inconsciente nos conduza pelas estradas, sem se preocupar com diferença de tonalidade de cores, se está por vir um aclive ou um declive, se passou por nós um homem alto, que talvez pudesse ser alguém conhecido, ou uma mulher de baixa estatura, que teria sido grossa.

A gente tem momentos assim quando estamos indo para algum lugar que conhecemos o caminho de cor e salteado e estamos absortos em pensamentos ou apressados. Quando dá hora de virar à direita a gente vira; se o semáforo nos acende a luz vermelha paramos; voltamos a andar quando se torna verde pra gente.

Muitos de nós nesta situação faz uso da outra faculdade da mente: produzir pensamentos que nascem do íntimo. Muitos desses são algumas vezes chamados de inspirações. Neste caso, a influência pode estar vindo do éter, de uma região mais próxima do sobrenatural, que toca o espiritual. E muitos desses pensares são recordações. Às vezes, recordações são desencadeadas pelo contato no meio físico com algo que as recobram. Mas o que imaginamos estimulados por inspirações pode também se transformar, efemeramente, em recordação, se pertinente.

Nunca tive sorte de encontrar texto científico sobre a mente humana que me empolgasse o raciocínio para eu dar meu aval de quem entendeu claramente o proposto. O que já ouvi falar ou já li é de ser o meio-ambiente, incluindo a comunicação com os outros, o causador das imagens mentais, além dos processos cognitivos, que se referem aos momentos em que na mente vão parar análises e formulações tanto de pensamentos, quanto de palavras. Tornando a mente bem a cara de ser uma ferramenta que usamos para interagir com o mundo material.

Que tudo que viemos a experimentar materialmente passa primeiro pela mente é hipótese defendida pelos cientistas da mecânica quântica. Os da ciência convencional – particularmente o pessoal de psicologia – aceitam que tudo que o homem constrói ou já construiu passa ou se passou pela mente dele antes de vir ao mundo.

E aqueles, os quânticos, também defendem que a realidade que experimentamos é fruto da observação que fazemos. Que tudo existe em todos os estados possíveis e que é a observação que as mentes fazem que decide, no momento de observar, a probabilidade selecionada ou aquilo que se suceder. Surgindo, então, um vórtex veloz e etéreo, que causaria o que chamam de colapso quântico. E a coisa sai do mundo imaginário para ganhar luz no tridimensional geográfico. Esse pessoal menciona também o emaranhado quântico, que descreve a crença de que a mente não passaria de uma força e que todas as mentes estão ligadas, inclusive a universal, que seria a que move tudo, inclusive os astros no céu. O caos no universo seria o resultado da atividade incessante das mentes emaranhadas.

Foi lendo o ótimo livro “A cabala mística” da Dion Fortune que entrei em contato com uma intrigante teoria sobre a evolução dos seres vivos que conservam os ocultistas. Conforme o livro, o homem primitivo teve que aprender que o que ele imaginava e o que experimentava realmente eram eventos separados. Sua mente era vazia, sobretudo de pensamentos inatos, que praticamente não tinha. Carregava pra ela somente imagens formadas pela sua interação com o meio. Se ele tivesse algo como uma alucinação, ele não diferenciava do que via realmente. Ver o horizonte a céu aberto era o que seria a consciência habitual; com a cabeça afundada na água era para ele um outro estado de percepção.

As surpresas com que se deparava, como tentar apanhar no ar um vulto ou um raio de luz, os efeitos de pareidolia nas paredes das cavernas, foram aos poucos virando aprendizado e sendo catalogado instintamente. A voz interior foi sendo diferenciada dos ruídos externos. E até as imagens que viam nos espelhos d'água, ou seja o reflexo de si e de outras coisas, bem como as sombras de si próprio e dos objetos, tiveram que ser classificados para que pudessem interagir sem choque com o mundo.

Para os ocultistas, os sonhos foram responsáveis por trazer muitas respostas para perguntas e soluções para problemas que os primitivos buscavam durante o estado pleno de vigília. E parece que ainda é assim para o homem. E para os animais que demonstram também sonhar – e até a ter pesadelos –, como os cães.

Dizem os neurolinguistas que a mente atrai as experiências que vivemos. Se é verdade que a mente canaliza as vibrações vizinhas, oriundas de pessoas, objetos e eventos, latentes ou não, decodificando e formando imagens mentais para se comunicar com o pensante e dizer -lhe o que ela está canalizando, não há a menor dúvida de que seja assim mesmo. Mesmo porque, se observamos cada instante que deixamos para trás o que aconteceu foi isso. E achamos que os pensamentos que tivemos ocorreram por se relacionar com o acontecimento ocasionado. Mas, no fundo é como se uma pessoa sentisse fome e materializasse uma pizza de queijo e calabresa por serem os ingredientes disponíveis ao redor para ele cozinhar.

Antes eu vivia um paradoxo tendo essa crença de que a mente atrai o que pensa: “estou atraindo ou pressentindo o que materializo”. Hoje sei que não existe premonição. Ninguém pressente qualquer coisa. Ninguém prevê o futuro, exceto aquilo que é calculável, como a rota de um meteoro por exemplo; se vai chover ou se vai dar sol. Mesmo essas coisas são probabilidades.

A mente pode ser sugerida. Pode desenvolver sinapses cerebrais compatíveis com determinados pensamentos. Sugestões que podem sair de terceiros, como é o mais normal. Mas também nós mesmos podemos dar sugestões para a própria mente. Logo, se ela tem a capacidade de formar as experiências que os seres mentais gozam, saber como sugestionar a mente é o segredo da bonança, da vida repleta de boas experiências. E por que não dizer: o segredo da prosperidade?

Para ter boas ideias, então, é só ir para onde se possa encontrar o mais possível de elementos agradáveis para a mente usar após canalizações dela própria ou sugestões que dermos. Lugar onde se está emitindo boas vibrações. Magnatas perambulando, carrões passando, o som de música bem agradável, cheiro de boa comida, um vento aliviante tocando o rosto. Sem dar chance para a mente se impressionar ou canalizar o que não traz benefício.

Emoções irão pintar e gerarão pensamentos positivos, que darão forma a sentimentos que farão o instante observado valer a atitude. E, ainda, se for um insight o que se foi buscar, a chance de sair do local com uma fórmula na cabeça ou uma coisa já materializada na mão será grande.

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quinta-feira, 22 de abril de 2021

Como emitir boas vibrações e resolver todos os problemas

 Assista até o final o vídeo abaixo e ganhe um conhecimento que fará com que você domine sua vida em todos os sentidos.


Leia o livro: "A magia que enriqueceu Tony" e absorva mais desse conhecimento.


domingo, 10 de janeiro de 2021

Jovens dias de domingo

Eu me lembro com saudade

O tempo que passou

O tempo passa tão depressa

Mas em mim deixou

Jovens tardes de domingo

Tantas alegrias

Velhos tempos

Belos dias

("Jovens tardes de domingo", Roberto Carlos,1977)

Hoje, domingão, em vez de dar mais motivações para arrancar adesões ao estilo de vida que tentamos incentivar a adoção aqui no blog, estamos apresentando um vídeo que exprime sobre isso através de imagens narradas e depoimentos que falam sobre viver com bem-estar e busca pelo aperfeiçoamento do sistema imunológico para obter saúde inabalável.


Links para os vídeos dos médicos:

Dr. Belmiro D'arce

https://www.youtube.com/channel/UCPpbsxiZD20whe4BE_7vh2A

Dr. Teruo Watanabe:

https://www.facebook.com/100008372344429/videos/2842094532746264/?sfnsn=wiwspwa

Absorva as informações nesses pouco mais de vinte minutos de vídeo e aplique na sua vida. 

Divirta-se com a música do Roberto:



Versão da música no especial "Jovens tardes de domingo":

https://www.youtube.com/watch?v=ArjM5oj_60A&pbjreload=101


Bom domingo para você!

Link para compra do livro "Os meninos da Rua Albatroz", que possui em suas páginas registros de tudo o que está nesse vídeo: Clique!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Quando a saudade não faz mal

Se vivemos em um meio urbano, dominado pela tecnologia e sofrendo incentivo para cada vez mais buscarmos inovação e cultuarmos o moderno, não se justificaria tomarmos atitudes, como resgatar memórias e sentir nostalgia, que vão de encontro a esse conceito de fazer do presente uma máquina de produzir futuros somente.


Arquinho. Um brinquedo artesanal muito cultuado nos anos 1970, cuja lembrança traz sensações bastante prazerosas a quem se divertiu com ele.

Alguns estudiosos cogitam ser a saudade um sentimento ruim, uma vez que: "A saudade é um sentimento de lembrança nostálgica de pessoas, animais, coisas ou situações distantes de nós ou extintas, associada ao desejo de tornar a vê-las ou possuí-las, misturando-se nele as sensações de distância, perda, falta e amor". Fonte desse trecho: Lifestyle.

Em outras palavras, seria uma procura impossível. E a impossibilidade de obter algo traz uma incontinente sensação de impotência. Faz sentido dizerem que cultuar a saudade não seja muito bom.

Por outro lado, quando sentimos nostalgia - que é um flash de resgate de memória, que traz, quase que materialmente, coisas do passado de maneira impressionante à nossa experiência real - pende para o positivo nessa questão. Exemplo: Se está no banho, se joga um xampu na cabeça e o cheiro transporta automaticamente a mente para o tempo em que o tal cheiro era presente na hora do banho.

Quanto mais associação ao tempo resgatado, maior é a vivacidade do fenômeno e maior a duração do mesmo. No exemplo dado, o banho ocorreria na hora exata em que era tomado no tempo a ser resgatado com o cheiro do xampú; a onda sonora de uma música da época pairando pelos ares da casa, podendo ser ouvida do banheiro, se ouviria.

No filme "Em algum lugar do passado" (Somewhere in Time), Estados Unidos, 1981, com Christopher Reeve fazendo o papel principal, o protagonista da história, Richard Collier "é um jovem teatrólogo que conhece na noite de estreia da sua primeira peça uma senhora idosa, que lhe dá um antigo relógio de bolso e diz: "volte para mim". Ela se retira sem mais dizer, deixando-o intrigado. Chicago, 1980. Richard não consegue terminar sua nova peça, decide viajar sem destino certo e se hospeda no Grand Hotel. Lá visita o Salão Histórico, repleto de antiguidades, e fica encantado com a fotografia de uma bela mulher, Elise McKenna (Jane Seymour), que descobre ser a mesma que lhe deu o relógio". Esta sinopse é do site Adoro Cinema.


As saudosas colchas de retalho e quartos com mobílias antigas ajudam a transportar a mente para épocas passadas.

Nisso, o jovem vai em busca de informações sobre como transportar-se para o passado. Sua intenção era encontrar com Elise. Ele se vale de um método pregado por espíritas e, obviamente, a viagem que faz é puramente mental. Para tanto, ele impressiona sua mente com objetos da época que irá visitar, que comprou para decorar seu quarto, e ao adormecer ele entra no que só podemos chamar de sonho, no qual vive a experiência desejada.

Bonnie Tyler - It's A Heartache (Official HD Video)
Tocou muito nas rádios em 1976.

Técnicas de indução de sonhos e impressionamento da mente para atingir o estado de gnose e fazer pedidos para serem realizados no presente são assuntos do livro "A magia que enriqueceu Tony", nesta postagem não cabe tecer sobre isso. Nossa dissertação é sobre a saudade e a saúde. Limito, então, a dizer que sempre que experimentamos nostalgia, o organismo se acomete de bem-estar. E bem-estar é a mola-mestra da saúde.


Estamos no presente quando produzimos a história que será relembrada. Estamos no presente quando a resgatamos na memória. A mente é quem observa a realidade física atual e é quem presencia a realidade mental, que é atemporal. Logo, só o presente existe. E foco no presente é o segredo da vida feliz.

O que difere é a forma de gozar da sensação provocada pelo resgate. Se for as da saudade, pode ser mesmo que não seja a melhor forma de usufruir da lembrança. As da nostalgia são imperdíveis.

No estilo de vida que discorremos a respeito aqui neste projeto, qualquer motor de bem-estar é levado em conta para compor as atividades cotidianas da comunidade. Nas próximas postagens voltaremos a falar sobre o assunto.

O livro "Os meninos da Rua Albatroz" é uma usina de nostalgia. À cada página virada ocorre um flash que remete, mesmo quem não viveu a época destacada no livro, a vivenciar momentos prazerosos dados pela informação sobre o passado.

domingo, 20 de setembro de 2020

A pedagogia por trás dos brinquedos

Este vídeo é o primeiro a focar nos brinquedos e brincadeiras que surgiram ou eram populares entre os infanto-juvenis da década de 1970. Foca especialmente no brinquedo Vai-vem da fabricante Estrela. Conheça a importância que reside na adoção do brincar na formação do caráter das crianças, que provê ganhos inclusive no campo profissional quando vier a fase adulta. 


Página para aquisição do livro: AAVítor

sábado, 12 de setembro de 2020

Perdidos no espaço


A série "Perdidos no espaço" é talvez o maior exemplo de influência de um programa televisivo no marco de uma geração. Este vídeo discute essa questão e leva à reflexão: "Melhoraríamos a humanidade atual transformando seu comportamento em direção ao adotado - talvez formado - naqueles idos em que a ingenuidade imperava, mantinha as pessoas em comunidades e com isso as protegia de um cotidiano ingrato, tal qual é o que se experimenta nos dias de hoje? Página para compra do livro "Os meninos da rua Albatroz":

sábado, 5 de setembro de 2020

Viaje no tempo através dos compactos de vinil

Neste vídeo, um review da música Soul Dracula, discoteque dos anos 1970, que remete ao torpor dado pelos compactos de vinil na rapaziada da geração que é focada no livro "Os meninos da Rua Albatroz". Receba informações de uma época de ouro e faça uma viagem emocionante no tempo, além de uma reflexão sobre volta de costumes antigos que podem ser a solução para a humanidade na Atualidade.


Página do autor na editora: Clique!

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Frases que lembram a juventude

Vamos refletir sobre a juventude por meio de frases de impacto?



O que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência, a justiça, a educação. São estas as virtudes que devem formar o seu caráter.
Sócrates


A juventude é uma idade horrível que apreciamos apenas no momento em que sentimos saudade dela.
A. Amurri


Os velhos desconfiam da juventude porque foram jovens.
William Shakespeare

Na juventude deve-se acumular o saber. Na velhice fazer uso dele.
Jean-Jacques Rousseau

A infância é a idade das interrogações, a juventude a das afirmações, a velhice a das negações.
Paolo Mantegazza


Se eu pudesse voltar à juventude, cometeria todos aqueles erros de novo. Só que mais cedo.
Tallulah Bankhead

A juventude é uma coisa maravilhosa. Que pena desperdiçá-la em jovens.
George Bernard Shaw

Os livros são o alimento da juventude.
Cícero


Na juventude, aprendemos; na maturidade, compreendemos.
Marie von Ebner-Eschenbach


A velhice é uma tirania que proíbe, sob pena de morte, todos os prazeres da juventude.
François La Rochefoucauld

Quarenta anos é velhice para a juventude, e cinquenta anos é juventude para a velhice.
Victor Hugo
Nunca ousei ser um radical na juventude. Tinha medo de me tornar um conservador depois de velho.
Robert Frost


sábado, 9 de maio de 2020

Os bons tempos estão voltando


Quando vemos uma foto de um carro na estrada, com ar de passeio, temos sempre em mente que a foto é da ida. A Vemaguete azul parece que acabou de chegar no sítio ou está dando ré pra estacionar. 

No entanto, não tem nada na foto que determine o momento em que ela foi tirada. Queremos com as que seguirão, que são do site Uol Carros, que você, para se sintonizar com esta postagem, se remeta aos anos que os veículos usados na ilustração remetem.


Postei no grupo de Whatsapp deste blog que por causa da quarentena e do que vem acontecendo no Brasil com o isolamento social eu estava com a impressão de haver disperso no ar um clima de nostalgia surgindo naturalmente. Com uma vivacidade que me arranca comportamento em vez de lembranças. 


Sim, não só pareço me comportar como eu me comportava em meus tempos de menino e de juventude, como também parece-me comportarem os outros, tenham a idade que tiverem.


A estação do ano que já entrou carregando a pandemia, o outono, aqui em Minas Gerais guarda semelhança com o jeito da estação no tempo que mencionei, datado nos anos 1970 e 1980. Até o frio já sendo anunciado em maio faz o tipo.



Ficar o tempo todo ou o mais possível dentro de casa nos obriga às opções de entretenimento para passar as horas livres que a casa oferece. Muita gente está descobrindo que são muitas essas opções. 

Escuto vizinhos berrarem "Truco" em jogo de cartas de baralho diariamente. Minhas crianças, para esquecerem um pouco o celular, eu coloco para jogar dominó, caça ao tesouro, banco imobiliário. Pensei em jogo de botão agora, vou já providenciar. Elas sentirão na prática como fazíamos eu, os pais e os tios delas quando tínhamos a idade que têm. O alpendre vai ficar aglomerado!


As opções eletrônicas é que tomam o espaço maior na preferência de todo mundo. Eu sou suspeito para falar em volta espontânea dos velhos tempos considerando estas porque mesmo no moderno meio digital eu só tiro velharia para pôr para ouvir, assitir, ler, visualizar, jogar. Meus emuladores de Atari não quiseram funcionar no Windows 8, mas, já já darei um jeito nisso!


Entretanto, se eu não tivesse me precavido naturalmente para essa quarentena e colecionado bastante arquivos de áudio, vídeo, imagem, livros e revistas em quadrinhos digitais em DVDs, que agora aproveito o tempo em casa para migrar tudo para HDs externos, com as emissoras de televisão e rádio reprisando seus acervos, retrô por meio de mídia eletrônica eu não iria deixar de ter.

E há um prenúncio de que o retrô durará bastante mesmo depois que acabar a pandemia. Será alternativa indescartável para levantar a economia que está se ferindo. Em outra postagem eu mostrarei como isso acontecerá.