segunda-feira, 19 de julho de 2021
Viver bem é muito fácil: Como observar a realidade
quinta-feira, 8 de julho de 2021
Viver bem é muito fácil: Como vibrar amor
- Tudo no Universo é energia
- Você tem um quociente vibracional
- Semelhante atrai semelhante
- Uma substância com uma frequência mais alta pode causar aumento na vibração de uma substância de baixa frequência
- Existe um oposto à lei da entropia, que reza que o Universo originou de maneira organizada e ruma à desordem. A capacidade de arbitrariamente poder aumentar sua vibração, faz com que a consciência humana interfira nessa lei.
sexta-feira, 2 de julho de 2021
Viver bem é muito fácil: Conheça sua mente
quinta-feira, 24 de junho de 2021
Para presidente: Paulo Guedes
domingo, 31 de janeiro de 2021
Viagem de jeans pelos anos 1980: Inega e Ellus
Continue essa viagem que te remete ao glamour e frisson da década de 1980 e permite saborear o clima do estilo de vida que adotamos no blog e no livro "Os meninos da Rua Albatroz".
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
Batizando um estilo de vida
Até aqui falamos sobre minimalismo, vida em harmonia com a natureza- do jeito campestre -, os povos entre si, as plantas e os outros animais. Buscamos a independência total da vida urbana, incluindo para obtenção de energia elétrica, prezando fontes renováveis e energia livre.
Também incluímos no estilo de vida em desenvolvimento a manutenção de boa saúde, boa cultura, culinária agradável, busca por resgate de épocas, com foco em valores e costumes. Vida totalmente sustentável e independente. Existência que vale a pena o pouco tempo que temos na Terra.
Economia de subsistência típica de comunidades rurais livres. Onde prevalece o trabalho autônomo ou o teletrabalho, a troca de produtos e serviços como moeda pessoal e a ausência de bancos para guardar valores. A solidariedade como a que reside nos mutirões também vale como moeda.
A prática de esporte se dá em modalidades que não dependem de estrutura urbana para serem praticadas. E a arte e literatura ocorre dentro da filosofia "faça você mesmo" ou "faça você também", discutida na postagem sobre o movimento punk "Do for yourself".
A arte nessa cultura se vale de artigos que também encontram meios de serem elaborados ou consumidos sem uso de energia elétrica ou por meio de carregamento de eletrônicos via energia livre, sem cabo e sem pagamento.
Somente a telefonia precisa ser desenvolvida dentro do modo de viver planejado. Independente de empresas e políticos administrando o básico que permeia o cotidiano dos comunitários.
A espiritualidade também recebe foco tão especial quanto a ecologia. E meditar e desenvolver poderes espirituais faz parte do dia-a-dia na comunidade.
Estávamos chamando o estilo de minimalismo. Mas, como o minimalismo - viver com menos - é só uma ponta desse iceberg, buscamos um nome para batizar o estilo de vida.
Lembrando que tudo o que é discorrido nas postagens se encontra no livro "Os meninos da Rua Albatroz".
domingo, 10 de janeiro de 2021
Jovens dias de domingo
Eu me lembro com saudade
O tempo que passou
O tempo passa tão depressa
Mas em mim deixou
Jovens tardes de domingo
Tantas alegrias
Velhos tempos
Belos dias
("Jovens tardes de domingo", Roberto Carlos,1977)
Hoje, domingão, em vez de dar mais motivações para arrancar adesões ao estilo de vida que tentamos incentivar a adoção aqui no blog, estamos apresentando um vídeo que exprime sobre isso através de imagens narradas e depoimentos que falam sobre viver com bem-estar e busca pelo aperfeiçoamento do sistema imunológico para obter saúde inabalável.
Links para os vídeos dos médicos:
Dr. Belmiro D'arce
https://www.youtube.com/channel/UCPpbsxiZD20whe4BE_7vh2A
Dr. Teruo Watanabe:
https://www.facebook.com/100008372344429/videos/2842094532746264/?sfnsn=wiwspwa
Absorva as informações nesses pouco mais de vinte minutos de vídeo e aplique na sua vida.
Divirta-se com a música do Roberto:
Versão da música no especial "Jovens tardes de domingo":
https://www.youtube.com/watch?v=ArjM5oj_60A&pbjreload=101
Bom domingo para você!
Link para compra do livro "Os meninos da Rua Albatroz", que possui em suas páginas registros de tudo o que está nesse vídeo: Clique!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2021
Quando a saudade não faz mal
Se vivemos em um meio urbano, dominado pela tecnologia e sofrendo incentivo para cada vez mais buscarmos inovação e cultuarmos o moderno, não se justificaria tomarmos atitudes, como resgatar memórias e sentir nostalgia, que vão de encontro a esse conceito de fazer do presente uma máquina de produzir futuros somente.
Alguns estudiosos cogitam ser a saudade um sentimento ruim, uma vez que: "A saudade é um sentimento de lembrança nostálgica de pessoas, animais, coisas ou situações distantes de nós ou extintas, associada ao desejo de tornar a vê-las ou possuí-las, misturando-se nele as sensações de distância, perda, falta e amor". Fonte desse trecho: Lifestyle.
Em outras palavras, seria uma procura impossível. E a impossibilidade de obter algo traz uma incontinente sensação de impotência. Faz sentido dizerem que cultuar a saudade não seja muito bom.
Por outro lado, quando sentimos nostalgia - que é um flash de resgate de memória, que traz, quase que materialmente, coisas do passado de maneira impressionante à nossa experiência real - pende para o positivo nessa questão. Exemplo: Se está no banho, se joga um xampu na cabeça e o cheiro transporta automaticamente a mente para o tempo em que o tal cheiro era presente na hora do banho.
Quanto mais associação ao tempo resgatado, maior é a vivacidade do fenômeno e maior a duração do mesmo. No exemplo dado, o banho ocorreria na hora exata em que era tomado no tempo a ser resgatado com o cheiro do xampú; a onda sonora de uma música da época pairando pelos ares da casa, podendo ser ouvida do banheiro, se ouviria.
No filme "Em algum lugar do passado" (Somewhere in Time), Estados Unidos, 1981, com Christopher Reeve fazendo o papel principal, o protagonista da história, Richard Collier "é um jovem teatrólogo que conhece na noite de estreia da sua primeira peça uma senhora idosa, que lhe dá um antigo relógio de bolso e diz: "volte para mim". Ela se retira sem mais dizer, deixando-o intrigado. Chicago, 1980. Richard não consegue terminar sua nova peça, decide viajar sem destino certo e se hospeda no Grand Hotel. Lá visita o Salão Histórico, repleto de antiguidades, e fica encantado com a fotografia de uma bela mulher, Elise McKenna (Jane Seymour), que descobre ser a mesma que lhe deu o relógio". Esta sinopse é do site Adoro Cinema.
Nisso, o jovem vai em busca de informações sobre como transportar-se para o passado. Sua intenção era encontrar com Elise. Ele se vale de um método pregado por espíritas e, obviamente, a viagem que faz é puramente mental. Para tanto, ele impressiona sua mente com objetos da época que irá visitar, que comprou para decorar seu quarto, e ao adormecer ele entra no que só podemos chamar de sonho, no qual vive a experiência desejada.
Técnicas de indução de sonhos e impressionamento da mente para atingir o estado de gnose e fazer pedidos para serem realizados no presente são assuntos do livro "A magia que enriqueceu Tony", nesta postagem não cabe tecer sobre isso. Nossa dissertação é sobre a saudade e a saúde. Limito, então, a dizer que sempre que experimentamos nostalgia, o organismo se acomete de bem-estar. E bem-estar é a mola-mestra da saúde.
Estamos no presente quando produzimos a história que será relembrada. Estamos no presente quando a resgatamos na memória. A mente é quem observa a realidade física atual e é quem presencia a realidade mental, que é atemporal. Logo, só o presente existe. E foco no presente é o segredo da vida feliz.
O que difere é a forma de gozar da sensação provocada pelo resgate. Se for as da saudade, pode ser mesmo que não seja a melhor forma de usufruir da lembrança. As da nostalgia são imperdíveis.
No estilo de vida que discorremos a respeito aqui neste projeto, qualquer motor de bem-estar é levado em conta para compor as atividades cotidianas da comunidade. Nas próximas postagens voltaremos a falar sobre o assunto.
O livro "Os meninos da Rua Albatroz" é uma usina de nostalgia. À cada página virada ocorre um flash que remete, mesmo quem não viveu a época destacada no livro, a vivenciar momentos prazerosos dados pela informação sobre o passado.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
A ideologia minimalista
Os enlatados, ensacados ou engarrafados não perdem importância no modo de vida minimalista, mas, a necessidade de consumo deles extingue os produtos sem importância. O minimalismo não deixa espaço para a obsolescência planejada, que é a prática da indústria de priorizar - e forçar - a imprestabilidade em curto prazo de certos produtos, obrigando nova compra do mesmo ou troca por modelo repaginado. A Moda também sofre ataque a filosofia que sustenta a instituição comportamental.
sábado, 19 de dezembro de 2020
Uma ideia ao apagar das luzes
Geralmente, quando se tem uma ideia, uma lâmpada acende-se pairando sobre a sua cabeça. Pelo menos é assim nos quadrinhos e nos filmes, desenhos animados e seriados de TV.
Mas, ocorreu-me uma inspiração por eu ter tido interrompida a energia elétrica da casa onde eu estava, devido a um curto-circuito que queimou a fiação.
Eu me preparava para assistir pelo Youtube uma série de vídeos educacionais, que discorrem sobre História e Geopolítica, dos quais eu absorveria informação para compor um texto literário.
Vi minha motivação frustrar-se quando veio o corte de energia elétrica. Eu usava um notebook com a bateria quase completa, mas, e o sinal de internet, que também precisa de energia elétrica para funcionar, como eu poderia acessar, carregar e exibir os vídeos sem ele?
Bem, uma fiação danificada pode ser trocada. O tempo que leva para isso pode nem ser tão longo. E enquanto eu esperava eu procurei entre minhas coisas algo que eu pudesse utilizar tanto para me manter motivado quanto em processo de absorção de informação.
Meu celular, com crédito e possibilidade de acessar a internet por meio de dados móveis, não era opção por muito tempo, pois, logo a bateria acabaria e eu iria precisar de energia elétrica para recarregá-lo, já que eu não tenho uma opção solar. E nem o mercado oferece uma opção que funcione de fato e me faça adquirí-la. Fazem isso de propósito para não definharem as companhias fornecedoras de eletricidade.
Percebi que no lugar onde eu estava eu não tinha muita opção off-line para absorver as informações de que eu precisava naquele momento. Havia livros em bom tanto, mas, sobre outros assuntos, não iriam ajudar.
Se eu estivesse na minha casa eu não teria esse problema. Até mesmo se o assunto que eu escolhesse absorver fosse entretenimento eu teria como atender porque por lá tenho várias revistas em quadrinhos e de outras categorias, jornais velhos, fotografias, álbuns de figurinhas, livros e outras mídias que independem de eletricidade para serem usufruídas.
Passei a pensar em ouvir música como opção de entretenimento ou meditação. Fiquei na mão outra vez, pois, todos os dispositivos eletrônicos que executam música dependem de eletricidade para funcionar.
Nesse caso, cantar só depende de ser capaz de usar as cordas vocálicas e isso eu estava apto a fazer para passar o tempo ou de repente para meditar. Para quem que como eu toca vários instrumentos musicais isso poderia melhorar, já que a maioria desses instrumentos funciona por meio de energia mecânica fornecida pelo musicista.
Disponível no ambiente onde eu estava havia somente uma gaita. Até que é possível algumas articulações, mas, predominantemente gaita não permite cantar e assoprar. Fiquei só no assopro até que o problema foi resolvido.
Aí nesse momento é que me senti motivado a militar por duas causas. A primeira é tornar independente de energia elétrica vindo de transmissão térrea os aparelhos - e consequentemente as mídias - que utilizamos não só para entretenimento e absorção de saber. Governos e corporações, por razões comerciais e empregatícias, vão tentar inibir essa militância, mas, ela tem que acontecer.
E a segunda militância, que também incomoda governos e corporações, eu já venho praticando, mas, percebi com o corte de energia mencionado que eu deveria me empenhar mais nela, resolvendo o problema de eu não estar vivendo na minha casa, onde eu não ficaria sem as opções de uso de mídias que também mencionei neste texto.
Não estou na minha casa porque teimo só morar nela quando ela estiver totalmente construída, qual projeto de construção é demasiadamente arrojado e urbano e eu não tenho obtido êxito em conseguir o volumoso valor em dinheiro para arcar com a construção. Se eu quiser morar em uma moradia mais simples, essa questão estaria resolvida.
Trata-se do culto ao minimalismo. Ou seja: "Simplificar a vida eliminando os excessos e mantendo apenas o que é essencial. É um desejo de viver com menos. O primeiro e mais tradicional aspecto dessa tendência minimalista é a liberação de espaço físico. A cultura consumista moderna vende a ideia de que uma vida boa é uma vida cheia de coisas.". Retirada a definição de pesquisa no Google.
Enfim a ideia que veio ao apagar das luzes: Este blog agora irá apresentar postagens focadas em vida ao estilo minimalista, sustentável ecologicamente, voltada para a alimentação e hábitos sadios, para a independência de companhias para se obter o necessário de maneira facilitada e até para usufruir de eletrônicos (que não é necessário), pregando o culto à energia livre - se possível gratuíta - que Nikola Tesla (foto) tanto procurou dispor para a humanidade.
Será uma volta racionalizada aos primórdios, quando não havia o conforto da Atualidade. E esse pormenor permite a este blog continuar postando lembranças que trazem a sensação mágica da nostalgia e manter acesa sua originalidade.
Bora caminhar comigo?




















